COLUNA CAMINHOS DA ZONA SUL – DIÁRIO DA MANHÃ – 29.03.2022

Caminhos da Zona Sul__________________________Paulo Gastal Neto

Investimento – A Camicado, marca especializada em casa e decoração da Lojas Renner S.A., inaugurou a sua primeira loja na zona sul, no Shopping Pelotas. Esta é a oitava unidade no Rio Grande do Sul – as outras estão em Canoas, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Passo Fundo e Porto Alegre.  Com a nova operação em Pelotas, a Camicado totaliza 120 unidades espalhadas pelas cinco regiões do país. Com investimento de aproximadamente R$ 2 milhões e 500 metros quadrados de área de venda, o novo ponto foi pensado estrategicamente para atender à população local com comodidade e praticidade. O espaço traz o mix de produtos do portfólio da Camicado, cerca de 34 mil itens nas categorias Comer, Servir, Cozinhar, Beber, Decorar, Eletro, Organizar e Cama e Banho, com soluções completas para o lar. Os consumidores também poderão fazer compras via WhatsApp e pelo aplicativo da marca e receber os produtos em casa. Na nova unidade ainda será possível utilizar a Venda Digital, que permite ao cliente adquirir itens do e-commerce no ponto físico, podendo escolher onde prefere receber o produto.

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Refri consciente – A Fruki, uma das maiores indústrias regionais de bebidas do Brasil, por 10 anos consecutivos irá receber o Certificado de Uso de Energia Renovável da Mercatto Energia, empresa especializada em mercado livre de energia. Em 2021, a Fruki deixou de emitir 1.413,42 toneladas de gás carbônico por ter uma matriz energética proveniente de fontes renováveis. A empresa vem mantendo um crescimento sólido a cada ano com uma gestão ambiental marcada por pioneirismo. Já em 1988, foi uma das primeiras indústrias a contar com uma Estação de Tratamento de Efluentes, obra inédita no Vale do Taquari. Com o decorrer dos anos, a estação foi modernizada, reduzindo em quatro vezes o consumo de energia e aumentando a eficiência do tratamento. Em 2011, foi implementado o Programa de Tecnologias Limpas para envolver todas as áreas da empresa em um programa técnico, econômico e ambiental de melhoria contínua em relação às práticas do consumo de matérias primas, gestão de resíduos bem como água e energia. Em 2021, foi a vez de inovar ainda mais e se tornar a primeira empresa a adotar caminhões elétricos no transporte de cargas no RS. Os veículos elétricos têm 0% de emissões diretas de CO2eq, menor poluição sonora e maior eficiência energética, contribuindo para a adoção de uma gestão logística sustentável.

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CMPC – A prefeita Paula Mascarenhas reuniu-se na semana passada com o diretor de Relações Institucionais e Sustentabilidade da CMPC, Augusto Robert. A principal empresa gaúcha atua na operação do Porto de Pelotas. “Nós temos uma excelente relação com a CMPC, que é uma grande parceira. O investimento feito no Porto de Pelotas foi extremamente importante para nossa economia e para o restante da região”, frisou Paula. A chefe de Gabinete, Kelli Baum, acompanhou o encontro, assim como o consultor de Relações Institucionais, Daniel Andriotti, e a gerente de Sustentabilidade, Maurem Alves, ambos da CMPC.

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RFB – A Delegacia da Receita Federal do Brasil em Pelotas realizou o 1º Leilão Eletrônico de 2022 para a venda de mercadorias e bens apreendidos, em atividades de combate e repressão ao contrabando e descaminho, destinado a pessoas físicas e pessoas jurídicas. O Certame foi encerrado com uma arrecadação total de R$ 1.869.014,00, obtendo um ágio de 206,97%. Dos 27 lotes ofertados, 02 foram excluídos e 23 foram arrematados. O lote de nº 18, composto por vestuários, alcançou o maior ágio, 1.201,39% sendo arrematado por R$ 520.555,00, em contrapartida o lote nº 22, composto por desodorantes, foi arrematado por R$ 16.800,00, obtendo o menor ágio, 78,33%. Foram ofertados veículos, vestuário, eletrônicos e artigos diversos.

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Bons ventos – A Shell Brasil entrou com pedidos de licenciamento ambiental junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) para geração de energia eólica offshore (no mar) em seis áreas nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul (Sindienergia-RS), Guilherme Sari, na costa gaúcha a empresa pretende implementar 3 mil MW (o que corresponde a cerca de 75% da demanda gaúcha de energia elétrica). O dirigente adianta que esse complexo deve ser implementado no Litoral Sul do Estado, próximo da região de São José do Norte e Rio Grande. Sari argumenta que, um empreendimento como esse, de uma companhia do porte da Shell e ligada ao setor do petróleo, prova que o mundo está seguindo de uma maneira sem volta e rápida para a migração para as fontes renováveis de energia. “A guerra (Rússia e Ucrânia) acelera esse processo, porque a transição energética será fundamental. Não podemos mais ser tão dependentes do petróleo e do gás”, aponta Sari. Informação veiculada no Jornal do Comércio, edição do último dia 22.

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Até a próxima!

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