ESPECIAL DE DOMINGO: CONSTRUÇÃO CIVIL INVESTIU MAIS DE R$ 330 MILHÕES EM SEGURANÇA DO TRABALHO NO ÚLTIMO ANO

Em 13 anos de atividades, a construtora PORTO5 jamais registrou acidentes com mortes, ou que incapacitasse permanentemente algum colaborador. Foto: Divulgação – Porto5

Medidas preventivas garantem menos ocorrências. Construtora Porto5 jamais registrou acidentes fatais

O setor de incorporação imobiliária investiu mais de R$ 330 milhões em 2024 para garantir a integridade física de seus colaboradores, um crescimento de cerca de 12,5% sobre 2023 (R$ 296 milhões).

Os dados são da pesquisa “Acidentes de Trabalho nas Obras”, que ouviu gestores de SST (Saúde e Segurança do Trabalho) em 898 canteiros de obras por todo o Brasil e foi elaborada pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC).

De acordo com o levantamento, a indústria investiu mensalmente cerca de R$ 252 por trabalhador em equipamentos de proteção individual (EPI). 76.573 trabalhadores da construção foram beneficiados. O investimento em EPI totalizou cerca de R$ 231,5 milhões.

Ao mesmo tempo, foram empregados ao longo do ano passado nos canteiros de obras mais de R$ 101,8 milhões em equipamentos de proteção coletiva (EPC), uma média de recursos aplicados da ordem de R$ 9.446 por mês por obra.

A média de horas em que cada profissional da indústria da construção civil recebeu treinamentos preventivos também aumentou, passando de 6,6 para 8 horas (aumento de 21%) no ano passado. Foto: Divulgação – Porto5

MAIOR CONSTRUTORA DE PELOTAS NÃO REGISTRA ACIDENTES GRAVES

Em 13 anos de atividades, a construtora PORTO5 jamais registrou acidentes com mortes, ou que incapacitasse permanentemente algum colaborador. Com 25 empreendimentos entregues e executando hoje 18 obras simultaneamente, cerca de 3.600 trabalhadores entre diretos e indiretos, atuam nas operações da incorporadora.

A última ocorrência registrada em suas obras foi de um trabalhador que sofreu lesões leves, tendo se colocado em risco ao operar uma máquina, que lhe causou um impacto no tórax. “O acidente foi considerado leve e o colaborador precisou de atendimento, retornando ao trabalho em poucos dias”, lembra Roberto Neves, responsável pela gestão do setor de Segurança do Trabalho.

“Atuar nas obras da Porto5 é uma ação segura, dá para contar nos dedos as ocorrências ao longo de todos esses anos. Nossos colaboradores passam por rigorosos treinamentos periódicos, além de utilizarem equipamentos de ponta e de proteção individual recomendados, os chamados EPI’s e EPC’s”, explica Roberto.

“Essa é outra importante missão da construtora, que buscamos todos os dias: construir obras de excelência, com muita segurança e atendendo aos mais rigorosos padrões de qualidade e produtividade. Já entregamos 6.216 unidades em 25 empreendimentos de médio e grande porte e os acidentes de trabalho aqui estão muito abaixo da média nacional”, destaca Rafael Nascimento, sócio fundador da empresa.

A pesquisa da ABRAINC também mostra que, na construção civil, as medidas preventivas incluem cursos sobre as normas técnicas específicas, legislações e demais aspectos que envolvem a saúde e segurança dos trabalhadores.

A média de horas em que cada profissional da indústria da construção civil recebeu treinamentos preventivos também aumentou, passando de 6,6 para 8 horas (aumento de 21%) no ano passado.

Rafael Nascimento. Foto: Divulgação – Porto 5

TAXA DE ACIDENTES SEGUEM EM BAIXA

O setor da construção de modo geral observou redução de acidentes por trabalhador, segundo a pesquisa da ABRAINC, com uma incidência de 0,02% de ferimentos em alguma parte do corpo.

A Taxa de Frequência (TF), que funciona como uma estimativa de acidentes por milhão de horas trabalhadas, ficou em 10,4, o que é considerado muito bom para o setor.

A Taxa de Gravidade (TG), que indica quantos dias de trabalho foram perdidos por afastamento, incapacidade permanente ou morte para cada 1 milhão de horas de trabalho realizadas em função dos acidentes em um determinado período, ficou em 167,5, o que também é considerado muito bom. Para efeito de comparação:

  • De 500,01 a 1.000, bom;
  • De 1.000,01 a 2.000, regular
  • Acima de 2.000, péssimo.

NÚMEROS INDICAM BONS RESULTADOS DOS INVESTIMENTOS

Os resultados apresentados na pesquisa demonstram que o setor de incorporação imobiliária e a construção civil estão apresentando, ano após ano, bons indicadores na diminuição de acidentes de trabalho.

“Vemos que, a cada ano, esses números são mais positivos, demonstrando que a aplicação desses recursos está dando resultados. Estes números também refletem a preocupação cada vez maior das incorporadoras com o ESG e com as suas respectivas agendas focadas na proteção dos seus colaboradores”, conclui Luiz França, presidente da ABRAINC.

Rafael Nascimento reforça a avaliação positiva. “Os dados comprovam o que considero mais importante: estamos preservando vidas e vamos seguir assim, pensando na segurança dos nossos colaboradores”.

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