WILSON SONS REGISTROU AUMENTO DE 96% NAS EXPORTAÇÕES PARA O CATAR PELO TECON RIO GRANDE

Porta de entrada e saída do Rio Grande do Sul para o mundo, o Tecon Rio Grande tornou-se ao longo de seus mais de 25 anos fundamental para o desenvolvimento econômico do Estado. Foto: Divulgação.

Após a Copa do Mundo de Futebol vieram bons resultados fora dos gramados: Para a economia gaúcha, por exemplo, representou o fortalecimento junto a um importante mercado consumidor: o Catar, país-sede da competição. A Wilson Sons, por meio do Tecon Rio Grande, praticamente dobrou as exportações para o país árabe comparado ao mesmo período de 2021. De janeiro a novembro do ano passado, houve um crescimento de 96% nas remessas via contêineres, resultado liderado, pelo frango congelado, que representou aproximadamente 85% deste total.

Somente para a ave beneficiada, foram utilizados 495 contêineres (reefer) ou 990 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). Além do frango congelado, madeiras, móveis e ovos estão entre os produtos exportados para o Catar. Ao todo, são 15.945 toneladas, que correspondem a 1.204 TEU.

Segundo José Eduardo dos Santos, Presidente Executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), o aumento da procura pelo frango congelado gaúcho se deve, entre outros fatores, à qualidade do produto no cenário internacional. “Esse volume é reflexo da preferência pelo produto avícola brasileiro e em especial o do Rio Grande do Sul, que se enquadra entre os três maiores exportadores e produtores do Brasil. Vemos uma procura tanto dos países do Oriente Médio quanto da Ásia e Europa, até porque a influenza aviária vem se alastrando mundo afora e isso acaba restringindo um pouco o fluxo comercial de outros países como o Catar”, explica.

Além disso, o executivo constata que a Copa do Mundo influenciou nestes resultados, tendo em vista que o número de consumidores na Ásia Continental aumentou consideravelmente. Porém, as oportunidades não se esgotam com o término do torneio, avalia Santos. “A preferência pelo produto brasileiro como a carne de frango é uma tendência que já se registra ao longo dos anos, uma vez que tem atendido não só o Catar como também muitos outros países da região. Para nós é muito positivo, pois a nossa meta é continuar prospectando o mercado e levando, principalmente, as marcas que produzem frango no Rio Grande do Sul para fidelizá-las cada vez mais junto aos importadores”, diz.

Porta de entrada e saída do Rio Grande do Sul para o mundo, o Tecon Rio Grande tornou-se ao longo de seus mais de 25 anos fundamental para o desenvolvimento econômico do Estado. São 735.000 m² de área total, com capacidade estática de 25.000 TEU, 20.000 m² de armazéns para carga geral e especiais e 10 gates totalmente automatizados para a entrada e saída do terminal, além de 2.800 tomadas para contêineres refrigerados (reefer). Com mais de 3 mil clientes importadores e exportadores, o Tecon Rio Grande recebe as principais linhas que escalam o Brasil, oferecendo serviços semanais para todos os trades do mundo a partir de 12 clientes armadores. As exportações correspondem a 74% do volume transportado, que aportam rumo a América do Sul, América do Norte, Ásia e Oriente Médio.

“A produção industrial gaúcha é pujante e apta a disputar os mais variados mercados do mundo com qualidade e competitividade. Quando surge uma oportunidade como esta de negócios para o Catar, isso fica bastante evidente, uma vez que restrições a outros polos produtivos abrem espaço para aquilo que é produzido no Rio Grande do Sul?, enfatiza Paulo Bertinetti, diretor-presidente do Tecon Rio Grande. ?Deste modo, o Tecon Rio Grande, uma das instalações mais competitivas na América do Sul, se apresenta como uma ótima alternativa para as empresas gaúchas exportarem seus produtos, tendo em vista que conta com localização estratégica e a estrutura necessária para conectar a região do Mercosul com os mais importantes portos estrangeiros”, finaliza.

Assessoria de comunicação Tecon

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