PORTOS RS PARTICIPA DA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS DO ESTUDO QUE CONSTATOU AS POTENCIALIDADES DO RS PARA O MERCADO DO HIDROGÊNIO VERDE

O Porto do Rio Grande se posiciona como um elo importante para o desenvolvimento dessa cadeia que deverá gerar nos próximos 20 anos 41 mil postos de trabalho e poderá proporcionar uma alta de aproximadamente R$ 62 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho. Foto: Mauro Nascimento/Palácio Piratini

O presidente da Portos RS, Cristiano Klinger, o diretor de meio ambiente, Henrique Ilha, e o gerente de planejamento e desenvolvimento da Empresa Pública, Fernando Estima, participaram da apresentação dos resultados do estudo contratado pelo governo do estadual que constatou a potencialidade do Rio Grande do Sul para o mercado do chamado hidrogênio verde (H2V).

O Porto do Rio Grande se posiciona como um elo importante para o desenvolvimento dessa cadeia que deverá gerar nos próximos 20 anos 41 mil postos de trabalho e poderá proporcionar uma alta de aproximadamente R$ 62 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) gaúcho. A pauta das energias vem sendo tratada internamente pela Portos RS que já anunciou a marca Portos RS – Port Energy Plataform.

O objetivo dessa iniciativa desenvolvida pela Autoridade Portuária é apresentar as potencialidades para a instalação de empresas que atuam no setor de energias renováveis e o distrito industrial de Rio Grande conta com uma infraestrutura capaz de atrair esses investimentos. Atividades de parques eólicos on, near e off shore, além de outras que promovam a descarbonização da matriz energética poderão ser desenvolvidas aqui.

O presidente da Portos RS, Cristiano Klinger, falou sobre a importância da Portos RS nesse contexto. ?Os portos gaúchos estão dentro de toda essa discussão, atuando como elo logístico para o apoio dessa cadeia. Temos diversos projetos, tanto de energia eólica como do hidrogênio verde que totalmente ao encontro da proposta da marca Portos RS ? Port Energy Plataform?, afirmou.

Também estiveram presentes no evento o prefeito municipal, Fábio Branco, e o diretor-presidente do Arranjo Produtivo Local (APL) Marítimo do Rio Grande do Sul, Arthur Rocha Baptista.

Texto: Rodrigo de Aguiar

Jornalista responsável: Larissa Carvalho

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