“TÁ EM PAUTA” DEBATEU ECONOMIA E POLÍTICA COM O PRESIDENTE DA FIERGS

    O presidente da Fiergs com o presidente da Câmara de Comercio de Rio Grande. – Foto: André Zenobini

    Aconteceu nesta quarta-feira, 12 de junho, a reunião-almoço Tá em Pauta, evento da Câmara de Comércio da Cidade do Rio Grande. Foi palestrante o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul – FIERGS/CERGS, Gilberto Porcello Petry. Ele tratou do tema: “Economia no Centro da Política”. A reunião-almoço ocorreu no Salão Nobre da entidade com o apoio do Grupo RBS.

    O presidente da Câmara de Comércio, Antônio Carlos Bacchieri Duarte, abriu o evento destacando a presença de mais um presidente de Federação na reunião-almoço, em referência a presença de Gedeão Silveira da Farsul. “É o resultado do trabalho desta entidade em pautas tão importantes para o desenvolvimento da metade sul”, referiu-se Bacchieri. Além disso, o presidente ainda concluiu: “também preciso destacar que a comitiva de Pelotas aqui presente mostra que devemos fortalecer a união entre essas as duas cidades”.

    Petry

    O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul – FIERGS/CERGS, Gilberto Porcello Petry, abriu sua fala destacando a indústria Rheingantz que foi uma das primeiras e mais famosas indústrias do Rio Grande do Sul. Logo, iniciou sua fala sobre o tema: “A realidade mostra que o trem da economia anda velocidade desigual comparativamente ao trem do setor público, pois enquanto as empresas buscam vendas inexistentes a fim de pagar suas contas, a máquina estatal emite títulos para quitar seus compromissos, o que aumenta estratosfericamente a dívida pública”, aborda ele.

    “Neste primeiro semestre, assistimos m Governo parado em relação à economia. O esforço concentrado na Reforma da previdência travou as demais medidas. O presidente ainda não notou que terminou a eleição e precisa mudar aquele foco do Twitter. Agora, ele tem que ser um pouco mais presidente. Acho que já foi alertado, deu uma segurada”, falou Petry. “Não podemos julgar um Governo com menos de seis meses”, concluiu.

    “Precisamos corrigir a tabela do Imposto de Renda e crédito para a construção civil. A construção civil e o agronegócio tem resposta imediata. É preciso reativar o cartão do BNDES que era muito bom e o início efetivo da reforma tributária”, afirmou ele. Ainda segundo Petry, todas as normas regulamentadoras serão revistas, de acordo com o que o governo afirmou em reunião no último dia 28 de maio.

    “A situação do Sérgio Moro causa um novo tumulto e espero que não seja um caso semelhante ao do Joesley Batista, que quando a situação econômica estava melhor, ele gravou o presidente da República e paramos de novo”. Por fim, ele disse que o tempo da economia e da política tem que andar juntos, como um casamento, e espera que isso ocorra em 2020.  Patrocinam o evento: Sintermar, Refinaria Riograndense, Yara Brasil, Tecon Rio Grande, Vanzin, Supermercados Guanabara e Granel Química.




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