COLUNA CAMINHOS DA ZONA SUL – DIÁRIO DA MANHÃ – 10.04.2018

    CAMINHOS DA ZONA SUL

    www.caminhosdazonasul.com____________________Paulo Gastal Neto

    Projeção positiva – O diretor presidente da CMPC-Celulose Riograndense, Walter Lídio Nunes, declarou durante o recente evento promovido pelo Jornal do Comercio, Marcas De Quem Decide, que no âmbito da celulose há uma expectativa muito positiva, tanto em nível da capacidade de produção da empresa, quanto do mercado. A CMPC deve produzir em 2018 cerca de 1,8 milhões de toneladas de celulose. O mercado internacional do produto está amplamente favorável no que diz respeito ao produto base da empresa sediada em Guaíba e que utiliza o Porto de Pelotas. Lídio acredita quem em relação a economia brasileira haverá um crescimento e que o mercado nacional também será de crescimento este ano.

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    Dragagem – Segue o tema, pois ele é fundamental para a região, sobretudo para Rio Grande. Na última semana, no auditório da Câmara do Comércio de RG, o diretor superintendente do Porto do Rio Grande participou da palestra proferida pelo Chefe da Casa Civil do RS, Fábio Branco, com o tema “As ações de um governo do Estado em prol de um novo futuro”. Neste evento foram relatadas as ações realizadas junto ao governo do Estado nas pastas onde atuou e principalmente dos investimentos realizados e, os que ainda serão feitos,  na cidade do Rio Grande e região sul. Dentre os temas questionados pelos convidados e assistentes, foi o relacionado à dragagem do Porto do Rio Grande, onde o secretário discorreu sobre o assunto ressaltando a importância desta obra para a economia local e Estadual bem como explicando as ações e medidas que o governo está tomando para avanços para sua execução. A dragagem do Porto que é um dos nossos principais objetivos da atual gestão frente a SUPRG e do atual governo do estado, disse o diretor superintendente Janir Branco. A obra foi literalmente embargada pelo IBAMA e o RS aguarda uma definição.

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    Para evitar alagamentos, o Sanep tinha como meta realizar a limpeza de 40.000 metros de canais de drenagem. Mas superou esse número e atingiu 80.000 metros, em uma ação que proporcionou um bom funcionamento do sistema de escoamento, durante a estação mais chuvosa do ano. Só que o trabalho ainda não terminou, afinal é preciso continuar esse esforço para a retirada de lama, lixo e entulhos que diminuem a capacidade de vazão das águas pluviais.

    É O SANEP FAZENDO O MELHOR PARA VOCÊ E PARA A NOSSA CIDADE!

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    Fogo – O SINDUSCON – Sindicato da Indústria da Construção e Mobiliário de Pelotas e Região – promove a palestra Medidas Passivas de Segurança Contra Incêndio em Edificações trazendo a Pelotas o arquiteto Álcio Lopes Mota para apresentar os estudos mais recentes sobre o assunto. Incêndios em edificações trazem importantes questões para reflexão: deve-se deixar tudo para o “pessoal do PPCI” resolver ou existem medidas que arquitetos e engenheiros podem tomar em projetos e obras de forma a minimizar-se os efeitos de um incêndio, sem contar com os tradicionais sistemas de combate? Será que estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance? A palestra ocorrerá nesta quarta-feira, dia 11, no auditório da Casa da Indústria – Av. Bento Gonçalves, 4825. Interessados em participar devem reservar vagas pelo fone (53) 2123-8090, em horário comercial. Associados do Sindicato pagam R$ 70 pela inscrição e não sócios pagam R$ 100.

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    Leite – Aperfeiçoar o processo já existente! Esta foi a conclusão tirada no primeiro encontro com representes da cadeia do leite da Fronteira Sul, organizado pelo Escritório de Desenvolvimento Regional da Universidade Católica de Pelotas. O objetivo de agrupar representantes das regiões Sul, Campanha e Fronteira Oeste foi atingido, disse Fábio Castro Neves, um dos representantes do EDR/UCPEL. A cadeia do leite é formada na sua maioria por pequenos produtores, que produzem até 50 litros de leite por dia e a UCPEL, vai trabalhar então a estratégia de negócio voltada para as pequenas propriedades. Segundo o coordenador do escritório, Ezequiel Megiato, a cadeia do leite está aquém daquilo que poderia ser. Algumas sugestões como criação de um selo para valorizar aspectos geográficos e a formação de cooperativas ou de uma rede foram mencionados. O encontro propiciou espaço para a discussão de um panorama comum, detecção de alguns problemas enfrentados por todos, assim como a definição de potencialidades.

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    Até a próxima!




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