Reunião-almoço em Pelotas apresenta o APL Polo Naval

Foi realizada na última quarta-feira (06/8/2014) a primeira edição da reunião-almoço “Tá na Hora”, em Pelotas, reunindo empresários e governantes da metade Sul do Estado. O tema apresentado foi “os desafios da Construção Naval em Pelotas, Rio Grande e São José do Norte”. Estavam presentes, além do prefeito de Pelotas Eduardo Leite, o prefeito municipal de Rio Grande Alexandre Lindenmeyer e o vice-prefeito de São José do Norte, Francisco Xavier.

Sob a coordenação da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), o recém constituído Arranjo Produtivo Local (APL) Polo Naval e Offshore, de Rio Grande e Entorno, tem como principal objetivo aumentar a eficiência das empresas localizadas no arranjo, promover o adensamento produtivo na região e reduzir as questões negativas do desenvolvimento econômico.

No evento, o vice-reitor da FURG e secretário executivo APL, Danilo Giroldo, apresentou os aspectos do Plano de Desenvolvimento do APL que apontam os objetivos estratégicos que servirão para melhorar a competitividade desta indústria e do território como um todo. Segundo o vice-reitor, a concretização desse projeto só será possível mantendo a articulação governamental, institucional e empresarial que vem caracterizando a formação.




Comentários

2 comments

  1. Peterson

    ao polo naval existem duas ameaças politicas uma interna e outra externa a primeira o nosso governador que manda as industrias fomentadoras para a região metropolitana e a segunda externa uma mudança na politica da petrobras com o governo de oposição no poder pode por sepultar o polo naval de rio grande

    • jorge martinez

      Peterson, concordo contigo. Em termos o dique não fecharia pois pertence a Petrobras até poderia diminuir o volume de serviços, o estaleiro de SJN não vai ficar dependendo só da Petrobras, os japoneses vão atrás de outros clientes. Hoje a Petrobras tá quebrada, perdeu muito do seu valor de mercado mas vai se recuperar, o que o governo do Estado levou daqui esses sim vão ir chão a dentro só ainda não foram por causa das eleições mas é só uma questão de tempo, uma indústria naval que vive de um só cliente não pode ter vida longa temos que aproveitar o máximo tudo o que essa nova fase está nos dando.

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