Ônibus de trabalhadores de Rio Grande na vizinha Pelotas

    Da série “sinal dos tempos”:

    Pelotas, 18h30min de uma segunda-feira. Em fila, 12 micro-ônibus da empresa Riograndina Noiva do Mar transportando pessoas que trabalham no polo naval de Rio Grande e residem na vizinha Pelotas.  

    Além dos veículos desta empresa, 6 ônibus Universal Turismo, 10 ônibus Expresso Embaixador da linha regular Rio Grande – Pelotas, vários ônibus de outras empresas (Renatur, Kopereck, Burkletur) e inúmeras vans de trabalhadores.

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    Comentários

    6 comments

    1. Anonymous

      Acompanho esta movimentação já faz algum tempo. Não vejo manifestações por parte das autoridades de Pelotas em participar deste processo agregando indústrias que façam parte em complemento ao Polo Naval. Isto está ocorrendo já em Charqueadas e em Porto Alegre. As autoridades de Pelotas, independente de partido, estão mais preocupadas em agilizar meios de transporte para que tais trabalhadores cheguem o mais rápido possível no Polo Naval. Creio que seja importante mas não o foco principal que traga desenvolvimento para Pelotas.

    2. Anonymous

      Hoje para se ir de Pelotas ao estaleiro se leva em torno de 40 minutos, para se ir do Cassino ao Estaleiro tá se levando em média 1h30min… E mesmo com a diminuição dos serviços continua grande o movimento na estrada…

    3. Amigos, com certeza falta de vontade é a unica explicação que talvez justifique esta situação. E principalmente na prefeitura. Mas também nas demais lideranças da cidade (estaduais ou federais). E não é só na definição de uma área para instalação de sistemistas para o polo em Rio Grande. E sim quanto atracão qualquer natureza de industria.

    4. Anonymous

      Acredito que não seja só a falta de vontade política pra tentar inserir mais Pelotas no polo naval, mesmo que seja de forma complementar como o polo do jacuí. Pel de RG fica só 60 km numa estrada duplicada mas mesmo assim se tem custos entre ida e vinda de combustível, pedádios, tempo etc. Enquanto tiverem retroáreas no distrito industrial de RG acredito que por questões financeiras e estratégicas essas empresas prefiram ficar por lá. E agora ainda por cima estão refazendo a licença ambiental do distrito industrial de RG onde novas áreas (mais de 570 hectares da antiga ZPE) serão devolvidos ao distrito, é uma área considerável. Mesmo assim somos beneficiados com cursos, muitos empregos, hotelaria aquecida,parte imobiliária e habitacional totalmente aquecida, comércio e serviços, ou seja, indiretalmente Pel se favorece.

    5. Anonimo; Como disseste: “se tem custos entre ida e vinda de combustível, pedágios, tempo etc” Em Pelotas, Então para estas empresas que se instalarem em Charqueadas ou Porto Alegre este custo não existe?
      E se “Enquanto tiverem retro-áreas no distrito industrial de RG acredito que por questões financeiras e estratégicas essas empresas prefiram ficar por lá.” Porque então as complementares se instalam lá no Jacuí e não em Rio Grande?
      Concordo mesmo, que se nenhuma empresa se instalar em Pelotas e sim em Rio Grande; Pelotas se beneficia. Basta ver as fotos nesta postagem. Mas não se as empresas continuarem a se instalarem lá. Porque assim nem Rio Grande ou a região se beneficia mesmo que indiretamente e Pelotas muito menos.

    6. Anonymous

      Concordo contigo Rafael Lopes, instalar empresas em Charqueadas e Porto Alegre com a desculpa que tem no curto prazo mais mao de obra foi uma mancada do governo que na real quis fazer média com outras regiões. É mais um governo centralista que se pudesse tirava tudo daqui e levava pra capital, ou seja essas empresas foram pra lá por decisões políticas e não econômicas. Infelizmente quem perde é a metade sul que poderia se beneficiar de mais empregoos, renda e impostos.

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