Gaúcha Debates do Rio Grande: emprego foi o principal foco

Cerca de 200 pessoas estiveram presentes no anfiteatro Earle Barros, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Câmpus Rio Grande. A comunidade, empresários e autoridades municipais acompanharam na noite da última quinta, 28, o Gaúcha Debates do Rio Grande, mediado pelo jornalista Lasier Martins.

O assunto que mais causou inquietação na plateia foi o emprego. A principal queixa da população é o não aproveitamento da mão-de-obra local. O município é um grande polo naval, recebe empresas responsáveis pela construção de plataformas, mas contrata poucos moradores da região.

De acordo com  o empresário Paulo Bertinetti, Rio Grande foi atropelada por um  grande evento; a entrada do Brasil na construção naval e na compra de equipamentos que normalmente são comprados fora. “A cidade não estava preparada. Precisamos de muito apoio político para ter decisões voltadas ao desenvolvimento da cidade e para atender a demanda da mão-de-obra local, destacou Bertinetti”.

Durante o Debates, a economista Manuela Lopes, representante da Agenda 2020, apoiadora técnica do evento, apresentou um panorama da situação social e econômica de Rio Grande e região.

Participaram como debatedores: Paulo Bertinetti – empresário, engenheiro mecânico, diretor-presidente do Tecon e presidente do Sindicato dos Terminais Marítimos do Porto do Rio Grande (SINTERMAR); Renato Juliano Lima – empresário e presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Rio Grande (CDL); Paulo Edson Pinho – economista e presidente executivo do Centro de Indústrias do Rio Grande (CIRG) e Danilo Giroldo – Vice-reitor da Universidade Federal do Rio Grande.


Texto e Foto: Juliana Barcellos. Fonte: Rádio Gaúcha 
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Comentários

1 comment

  1. Anonymous

    A cidade toda sabe que os moradores daqui mesmo qualificados não tem a menor chance de trabalhar no polo naval com raras exceções. Agora estão preocupados com desemprego se todos sabem que a indústria naval funciona assim, os desempregados não são daqui então logicamente vão ser realocados em outras demandas. Não vejo motivo para tanto barulho…

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