Comentários

2 comments

  1. Anonymous

    Vendo esta reportagem dá até medo te tentar formular alguma opinião a respeito pois são tantos os “poderes” envolvidos que é bem fácil correr o risco de erras nas “acusações” dirigidas a um ou outro responsáveis.
    Esse movimento todo crescente em Rio Grande se deve as obras das plataformas da Petrobrás. Ok, o governo federal decide investir na região para produzir mais em benefício do crescimento da economia brasileira, mas e quem fica responsável por fazer as melhorias na infra-estrutura urbana da cidade? Na reportagem aparece a situação caótica da BR. Se é rodovia federal é responsabilidade do governo federal! Está para ser melhorado, está, mas quando? Já na responsabilidade do município, com todos estes investimentos na cidade, quanto de impostos a cidade está arrecadando? E para onde estão indo? E se estão sendo utilizados de forma correta, estão indo apenas para as melhorias nas ruas e acessos em geral à cidade? Certamente existem muitas outras necessidades de investimentos. Até porque, cada vez mais gente morando por lá, precisa-se de mais leitos em hospitais, mais vagas nas escolas, mais pessoas para cuidar da segurança, trânsito, etc. E então de quem é realmente a responsabilidade? Poder federal? Estadual? Municipal? Ou deveria ser também das empresas que estão lucrando, e muito com isso tudo? Complicado, muito complicado!!! E não é uma questão somente de Rio Grande, dias atrás foi mostrado na mídia nacional a também caótica situação do acesso ao Porto de Santos. Me parece que as responsabilidades não estão sendo direcionadas e cobradas de forma correta. Faltam pessoas preparadas e com interesse público para que estes problemas sejam resolvidos.

    Abraço,
    Thiago Braga Freire

  2. Fernando Rafael Júnior

    Legal, Marcelo. Gostaria de ressaltar dois aspectos interessantes que achei nesta matéria: Rio Grande não tem 1 carro para a cada “4 habitantes” e sim 1 para cada 2,2 mais ou menos. Visto que a frota na cidade é de 95 mil veículos sendo que a estimativa é de que vivam 200 mil moradores, sendo somente no Cassino, entorno de 40 mil. Outra coisa: quando o DNIT disse que as obras no trecho comecem na “metade deste ano” acho brabo…no mínimo lá por outro contando por poucos. Marcelo, voce sabe muito bem aquela novela com o Contorno de Pelotas e 116, a licitação será aberta e mesmo que seja por um processo mais rápido semelhantes á da Copa não esquecemos do Ibama…é o famoso que adora travar obras, tudo bem que pela natureza, mas que eu saiba a região não tem nenhuma “floresta”…tomara que o trecho seja duplicado o mais rápido possível e que nenhuma obra da região pare! Grande abraço, Fernando Rafael (Almanaque da Zona Sul):)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.