Feira do Polo Naval gera oportunidades na área de petróleo e gás

    Mais de 21 mil visitantes passaram pela Feira do Polo Naval, em sua segunda edição, que aconteceu de 12 a 15 de março. O número de expositores também foi expressivo: 1.900, além de 2.900 congressistas. O chefe do Departamento da Cadeia de Petróleo e Gás, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Ricardo Cunha da Costa, disse que a feira foi bastante interessante, muito bem estruturada e não são apenas expositores do setor naval, os sistemistas também estiveram presentes”. Segundo ele, tradicionalmente, o banco é um financiador do setor de petróleo e gás, “e não apoiamos apenas os grandes, mas também os sistemistas”.
    Para Jayme Ramis, da comissão organizadora do evento, a Feira está gerando grandes negócios e mais projetos para a indústria naval na região . “A RS Óleo e Gás anunciou que existem mais 25 empresas que querem se associar à rede e vão se instalar no Ocean Tech em Rio Grande (um parque tecnológico voltado para a indústria naval), trazendo empresas incubadoras. A cada ano, temos mais adesões à feira e grandes oportunidades estão sendo geradas”, informou Ramis.
    Segundo Fernando Estima, também da comissão organizadora, o número de empresários que estiveram no evento  aumentou. “Pelo cadastro, nós conseguimos visualizar como a pessoa está visitando a feira, se é pela empresa ou apenas visitante. Notamos que o número de visitantes diminuiu, mas o número de empresários aumentou consideravelmente”, acrescentou Estima.
    O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos,  realizou a palestra de abertura da segunda edição da Feira do Polo Naval RS, e recebeu uma homenagem pelo apoio prestado em obras de infraestrutura na região. Presidente da Transpetro, Sergio Machado esteve presente no primeiro dia da feira e fez palestra de abertura do Congresso Internacional Navegar 2013.
    Machado fez um balanço da experiência da Transpetro com o Promef e alertou que a busca por conhecimento e produtividade é fundamental para a sustentabilidade da indústria naval brasileira. “Em nossa experiência com a construção de navios, percebemos que há uma série de desafios para que os estaleiros atinjam níveis de produtividade internacional. É preciso investir em gestão, qualificação e tecnologia”, afirmou Sergio Machado.
    A empresa SGS montou uma sala de cinema onde foram projetados, em quatro sessões diárias, filmes antigos, assim como materiais que retrataram imagens raras da cidade do Rio Grande. A sala contou com a presença de atores homenageando Charles Chaplin, Marlin Monroe e até um pipoqueiro de época, vestidos a caráter, e que interagiram com o público.
    A suiça SGS atua há mais de 50 anos em Rio Grande e participou da feira pela segunda vez. Conforme Márcio Freitas, diretor da empresa, “a Feira do Polo Naval está se tornando o maior evento do segmento naval e industrial da Região Sul. Este é o momento para investir em Rio Grande e a SGS está expandindo suas atividades na cidade no momento certo e ainda iremos continuar crescendo com o aumento da demanda que está por vir”, finalizou.

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