Investimentos previstos para os próximos dois anos asseguram abastecimento de energia em Rio Grande

Recentemente, o Chefe do Centro Regional Litoral Sul da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), Cleide Torres Rodrigues esteve reunido com integrantes da Câmara de Comércio do Rio Grande. O objetivo do encontro foi à apresentação dos projetos da fornecedora. No encontro estiveram presentes o presidente da Câmara de Comércio, Renan Guterres Lopes, que estava acompanhado pelos diretores Flávio Bastos, Antonio Carlos Bacchieri Duarte e Hamilton Romanato Ribeiro. Também participou do encontro o Chefe do Serviço de Obras daquela empresa, Jorge Garibaldi.
Na oportunidade Cleide Rodrigues comentou sobre o futuro do Município. “Com os investimentos previstos para os próximos dois anos, Rio Grande não terá problema de energia”, comentou.  Segundo ele, a empresa investirá em 2013 e 2014 a importância de R$ 17 milhões por ano em obras no município, sem contar os investimentos em subestações. A subestação da Quinta, que alimenta o Distrito Industrial, está sendo duplicada e, com isso, duplicará também a capacidade do parque industrial. Uma nova subestação será construída no entroncamento da BR-392 com o Carreiros, enquanto a subestação Rio Grande 2, situada próxima ao Campus Cidade da Fundação Universidade do Rio Grande (Furg) e que alimenta a zona central, também será duplicada. Já a subestação do Cassino e a Rio Grande 1 (avenida Pelotas) serão reformadas, sendo que esta última passará de sete para dez alimentadores. Com relação à região, duas subestações serão construídas em São José do Norte e Santa Vitória do Palmar.
 Recursos e falta de mão de obra
O representante da CEEE salientou sobre os recursos. “Tem um planejamento para reformar os alimentadores de todas as subestações do Município e isso dará um ganho imenso. Nosso maior problema hoje não é a falta de recursos e sim a falta de empresas terceirizadas que trabalhem para a CEEE, devido à escassez de mão de obra”, explicou.
O Chefe do Centro Regional Litoral Sul da Companhia Estadual de Energia Elétrica ainda comentou a questão da preocupação dos empresários com a oferta de energia para acompanhar o desenvolvimento da cidade. “Não haverá problema de oferta de energia para as novas indústrias, desde que um planejamento seja executado e nosso maior problema hoje é a falta de mão de obra para executar”, garantiu.
Já Sobre as quedas de tensão em algumas zonas da cidade, Rodrigues explicou como funcionam as redes. “Quando se dimensiona uma rede é para um número xis de consumidores. Para um loteamento médio se planeja para cada casa um consumo de 4,5 a 5 kw, para casas mais modestas uma média de 2,5kw. Acontece que em muitos casos o filho ou a filha casam e vão morar no mesmo imóvel, fazem um puxadinho e com mais gente o consumo de energia elétrica logicamente aumenta. Em outros casos é alguém que faz um mercadinho e coloca dois ou três freezers a mais, sem nos comunicar. Ou seja, as pessoas alteram o consumo e acontece a queda de energia”, argumentou.
O presidente da Câmara de Comércio, Renan Lopes, considerou o encontro satisfatório, pois serviu para esclarecimentos. “Fizemos esta visita no sentido de tratar dos problemas de queda de tensão no Município, principalmente nas indústrias, conhecer os investimentos previstos pela CEEE e a capacidade que temos para receber novas indústrias. Ficamos satisfeitos em saber que, com os investimentos previstos nos próximos dois anos, a energia elétrica não será problema para que Rio Grande continue crescendo”, finalizou.

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