
Pesquisadora Lucy Chemale, superintendente regional de Porto Alegre, participou na terça-feira (7), dos debates promovidos pela Federação de Entidades. Foto: Divulgação
Potencial mineral do Rio Grande do Sul é apresentado em Fórum da Indústria da Mineração
Pesquisadora Lucy Chemale, superintendente regional de Porto Alegre, participou na terça-feira (7), dos debates promovidos pela Federação de Entidades
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) apresentou, na terça-feira (7), o potencial mineral do Rio Grande do Sul durante o Fórum da Indústria da Mineração, promovido pela Federação de Entidades Empresariais do Estado (FEDERASUL). A pesquisadora Lucy Takehara Chemale, superintendente regional do SGB em Porto Alegre, participou do painel “As riquezas minerais gaúchas na construção de um futuro sustentável”, ao lado de representantes do governo estadual, do setor produtivo e de órgãos ambientais.
Na ocasião, a pesquisadora explicou: “O maior patrimônio mineral do RS é o carvão, que representa quase 90% da reserva brasileira. O estado é também o maior produtor de ametista do mundo, foi o maior produtor de cobre do país até a década de 1990 (Minas do Camaquã). Atualmente tem um depósito de classe mundial de titânio, no projeto Bom Retiro em São José do Norte”, explicou.
Segundo Lucy, conhecer o potencial mineral é essencial para impulsionar a cadeia produtiva da mineração e fortalecer o desenvolvimento sustentável do setor. “O estado precisa reconhecer o potencial geológico para identificar os recursos minerais disponíveis, visto que os empreendimentos mineiros estão entre o setor econômico que mais gera emprego. Para cada emprego direto, são gerados mais de 10 empregos indiretos”.
Também participaram do painel o secretário da Casa Civil, Artur Lemos; o diretor de Sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Júlio Nery; o diretor-presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), Gabriel Ritter; e o diretor da Lavras do Sul Mineração, Paulo Serpa.