UM NOVO E MODERNO TEATRO PARA PELOTAS

    A prefeita Paula Mascarenhas recebeu, na tarde desta segunda-feira, (9), em seu gabinete, o produtor cultural Cauê Fuhro Souto, que solicitou o acompanhamento técnico da prefeitura na construção de um novo teatro, 100% privado. A casa de espetáculos será construída na zona Norte do Município e levará o nome da coreógrafa Berê Fuhro Souto. Paula garantiu o apoio técnico, a fim de fornecer os parâmetros necessários para que esteja em conformidade com o Plano Diretor e as exigências do Sanep, CEEE, Bombeiros, entre outras empresas, de modo e agilizar a edificação.

    A prefeita sugeriu que o grupo realize reuniões periódicas com técnicos da Prefeitura, durante o desenvolvimento dos vários projetos exigidos para a construção, para que sejam corrigidas possíveis falhas antes que o projeto total seja protocolado e, assim, conferir maior fluidez ao processo.

    O Teatro BFS

    Em uma área de 4 hectares, na avenida Ildefonso Simões Lopes (ao lado do Sest/Senat), o prédio terá cerca de 1,8 mil metros quadrados e deve funcionar como um centro cultural, com um teatro de até 1.200 lugares – mas que pode ser adaptado a públicos menores –, espaços internos para exposições e área externa com dois ambientes. O projeto é assinado pelos arquitetos Marcos Pretto e Amadeu Silva.

    Conforme o produtor cultural, a pareceria para a utilização do terreno é com o empresário Henrique Fuhro Souto, seu tio, que também ajudará a custear a construção, ao lado de um grupo de empresários de Brasília. Ele diz que será adotado um método construtivo bem rápido, que deve possibilitar que o projeto esteja pronto já no ano que vem.

    Homenagem

    Um dos maiores expoentes da dança pelotense desde a década de 1980, Berê Fuhro Souto foi professora, coreógrafa e diretora artística do Centro Contemporâneo de Pesquisa e Movimento, que levava seu nome. Natural de Rio Grande, estava radicada em Pelotas há 37 anos. Foi importante ativista cultural, envolvendo-se em eventos e manifestações pró-arte, sempre buscando valorizar a dança no cenário local. Mãe de Cauê, Guilherme e Ismael, morreu aos 59 anos, em 21 de março de 2017, vítima de câncer.




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